Mais quadrinhos em Feira de Santana no Feira Noise Festival 23 e 24 / out

15/10/2010
Depois dos bem-sucedidos pré-lançamentolançamento da HQ “Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira” a cidade de Feira de Santana terá triplo lançamento de quadrinhos no final de semana dos dias 23 e 24 de outubro, durante o Feira Noise Festival, que acontecerá no Centro de Cultura Amélio Amorim.Além das três revistas lançadas – que estarão à venda durante todo o evento – também é possível se inscrever nas oficinas gratuitas de HQs oferecidas pelo Coletivo de Quadrinhistas Baianos Área 71, através do link:
https://spreadsheets2.google.com/viewformformkey=dDBRSGZEOElxdEVoNnN2U0k4anV2Nnc6MQ
Confira a programação de cada atividade abaixo e os releases das HQs lançadas logo em seguida. Todas as atividades são patrocinadas pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), Governo do Estado e apoios financeiros da RV Cultura e Arte – Galeria e Quadrinhos e Acarajé da Dindá.

Oficinas de Roteiro e Desenho ministradas por membros do coletivo de quadrinistas baianos da Área 71
 

1)  Oficina de Roteiro para Histórias em Quadrinhos
Ministrantes: Marcelo Lima (Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira e Kuei e a Senhora de Sárvar) e Valter Bruno Felipe (Romero e Área 71)

Objetivos: Aula teórico-prática em que os alunos aprenderão os princípios da escrita do roteiro pra HQs e elaborarão um roteiro de 03 páginas como exercício da oficina. As melhores histórias podem ser selecionadas para o número #2 da Revista Área 71.

Quanto: Gratuito
Vagas: 20
Carga Horária: 4 horas
Local: Sala 01 no CCAAm
Quando: 23 de outubro, às 08 horas

2)   Oficina de Desenho para Histórias em Quadrinhos
Ministrantes: Fabrício Campos (Área 71) e Joel Santos (Kuei e a Senhora de Sárvar)

Ementa: Aula prática em que os alunos aprenderão os princípios da narrativa das HQs e técnicas de ilustração. Os alunos que se destacarem poderão ser convidados a colaborar no próximo número da Revista Área 71.

Quanto: Gratuito
Vagas: 20
Carga Horária: 4 horas
Local: Sala 03 no CCAAm
Quando: 23 de outubro, às 14 horas

Lançamentos de Revistas em Quadrinhos

1) Revista Área 71

O que é: Coletânea de HQs curtas feitas por autores baianos, que abrangem diferentes gêneros como humor, aventura, ficção científica e terror. Os diversos autores que participaram dessa HQ têm experiências variadas no mercado de quadrinhos, ilustração e roteiro, havendo desde experientes artistas como Cedraz (Turma do Xaxado), Hector Salas (da tira O Inferno São os Outros) e Marcos Franco Penitência e Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira) a novatos como Fabrício Campos, Rodrigo Vinicius e Ulisses Almeida. Além disso, a revista conta com artigo do jornalista baiano Gutemberg Cruz, terceira capa de Iaina Estrela e pôster feito por Wilson Jr. Tudo em 48 páginas, formato americano (17X26cm), capa colorida, miolo em P&B com 4 páginas internas coloridas e ao valor de R$3,50!
Quando: 09:00 – 24 de outubro (domingo)

2) Kuei e a Senhora de Sárvar

O que é: Numa Terra devastada por misteriosos eventos a humanidade se tornou avessa à tecnologia e dominada por criaturas sobrenaturais. É neste mundo que o vampiro Kuei, natural de outra dimensão, vem pesquisar as histórias de outros de sua espécie, que praticamente entrou em extinção. Contando com suas habilidades para lidar com magia e armas, Kuei redescobre histórias sobre vampiros famosos que andaram sobre nosso planeta. No entanto, sua missão de recuperar dados da cultura vampírica será dificultada por diversos antagonistas, dentre eles o vampiro mais antigo e poderoso que percorreu a Terra. HQ escrita por Marcelo Lima e desenhada por Joel Santos. 48 páginas, capa colorida, miolo em P&B, formato A5 (14,8X21cm), por R$3,50
Quando 09:00 – 24 de outubro (domingo)

3) Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira – mesa redonda e re-lançamento da HQ

Mesa Redonda: Lucas da Feira: patrimônio ou vergonha para a história feirense?, com o professor universitário Clovis Ramaiana, vereador Marialvo Barreto, o roteirista Marcos Franco e o escritor Antonio do Lajedinho

Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira:
O que é: Quem foi Lucas da Feira? Até hoje não existem dados precisos que detalhem quem foi o negro que se rebelou contra a sociedade escravocrata em que viveu. Sabe-se que atuou nos arredores da atual cidade de Feira de Santana, nos começos do século XIX, atacando tropeiros que iam ou vinham da Feira do Gado. Alguns dizem que fazia isso para depois repartir com outros negros e pobres, outros afirmam que nunca passou de um psicopata desumano. Longe de responder a essas questões, a obra Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira busca dialogar com diversas fontes, oficiais ou não, para mostrar uma história possível da personagem, suas motivações e assim reapresentar esse mito histórico brasileiro para os leitores do século XXI. 48 páginas, formato 21X28cm, terceira capa de Adauto Silva, glossário e estudos de personagens. R$10,00
Quando: 24/out, a partir das 14 horas


Marcos Franco e Marcelo Lima
Projeto Lucas da Feira
https://roteirizandohq.wordpress.com
(75)8833- 3798 – (71) 88702445

Anúncios

Prévia do álbum “Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira” + Pré-Lançamento no ABERTO CUCA 2010

13/09/2010

Pré-lançamento do álbum “Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira” dia 17/09 (próxima sexta), durante o Aberto 2010 do CUCA (Centro Universitário de Cultura e Arte), a partir das 08h até as 23h!

A HQ “Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira” recria a história de Lucas da Feira, uma das maiores figuras históricas da cidade de Feira de Santana e região circunvizinha. Você ler uma prévia da história aqui: http://issuu.com/roteirizandohq/docs/lucasdafeirahq

O coquetel oficial de lançamento será no dia 24/09, a partir das 19h, no Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana, juntamente com o lançamento da  Revista Área 71, contando com show do Bando Farinha de Guerra.
Para obter mais informações:
Contamos com a sua presença!


HQ autobiográfica pode servir como guia de auto-ajuda contra violência feminina

01/06/2010

Rosalind “Roz” Penfold era uma mulher bonita, inteligente e carismática, CEO de uma bem-sucedida empresa de marketing e respeitada pelos seus pares de trabalho. Sua vocação para reuniões, números e dinheiro, porém, não poderia protegê-la do efeito devastador que o romance, as rosas perfumadas e o anel de noivado têm sobre o coração feminino. Foi assim, sem perceber o quanto seu coração havia se deixado levar, que Roz caiu na sedução de Brian, um homem qualquer e extremamente específico nas suas exigências para um relacionamento. Primeiro, ele deixou claras as suas intenções: era um romântico e, portanto, desejava casar-se, criar família, ser um só com Roz. A senhorita Penfold, obviamente, não titubeou e deixou alguns de seus negócios frente à empresa para se dedicar à nova inclinação: cuidar do seu marido e do seu lar.

Sua mãe ficou feliz com o casamento, mas dentro de alguns meses achou que a filha se apressara ao escolher uma vida dedicada às quatro paredes da casa que ela própria mantinha, sem a ajuda do marido. Roz não escutou a mãe, afinal ela fizera o mesmo e ainda precocemente. Rosalind havia completado 30 e poucos anos há pouco, a maior parte da sua vida adulta dedicada à empresa, era mais do que hora de deixar o dia-a-dia sisudo na empresa e embarcar numa aventura apaixonada com um homem que vivia somente pra ela. Talvez a mãe estivesse desconfiada do olho roxo que dissera ser de uma queda da escada, mas que na verdade havia resultado de um momento de descontrole de Brian. Ele estava ciumento, ela não tinha feito por onde – só Deus sabia o quanto amava aquele homem – mas ele sempre havia sido tão carinhoso… Certamente, ficou dominado pela fúria que de quando em quando atina no coração dos homens, ao se pensar sem a mulher amada. Por uma vez, Roz duvidou: “Que tipo de homem será este com quem me casei?”. Bastou algumas horas para se aplacar toda a sangria e veneno de um pequeno acontecimento e, como se respondesse à sua questão, passou a lembrar para si: “Mas ele diz que me ama”.

***

Os parágrafos escritos acima resumem o começo do livro de histórias em quadrinhos (HQ) Mas ele diz que me ama (Ediouro), da escritora inglesa Rosalind B. Penfold, que foi publicado no Brasil em 2006, sem muito alarde editorial.

A obra autobiográfica mostra como a vida de Roz se transforma a partir do momento em que se casa com Brian: de empresária rica e realizada, torna-se dona de casa submetida aos maus tratos do marido, que vão da violência verbal à agressão física, além das traições, da maneira que ele a destrata frente à sua família e amigos, a extorsão de dinheiro, dentre outros. Brian encarna o estereótipo do machão ciumento, controlador e violento, que desfruta da ótima condição financeira de Penfold e, para mantê-la sob sua asa, utiliza-se do amor romântico. Como demonstrado no texto introdutório do post, a frase, que dá título ao livro, funciona como sugestão hipnótica, levando Roz a uma espécie de loucura onde imagina que todas as atitudes do marido são justificadas pelo carinho que ele devota à ela, fazendo-a cada vez mais refém dele.

Ano após ano, as abordagens nada românticas de Brian tornam-se cada vez mais dolorosas e a senhora Penfold se vê obrigada a fugir algumas vezes de casa e se refugiar em casa materna – fugas que não duram muito tempo, porque ela fica presa ao círculo vicioso de medo que seu homem a abandone por outra mulher. Ainda assim, retorcida pela sua condição esquizofrênica, ela vai encontrando uma maneira, ainda que microscópica, de aliviar seu sofrimento: começa a desenhar uma HQ sobre sua vida com Brian. É colocando suas experiências no papel que Roz descobre o que estava evidente: ele não te ama.

Primeira página da história, que é contada em um enorme flashback
Primeira página da história, que é contada em um enorme flashback

Os desenhos realizados por Penfold se transformaram no livro Dragonslippers: This is What an Abusive Relationship Looks Like (2005, Black Cat) – nome em inglês de Mas ele diz que me ama– e no site Friends of Rosalind.

O livro

A HQ é o primeiro e único trabalho dela, que não é uma desenhista profissional, dona de um traço amador e rudimentar. O amadorismo do desenho concede verossimilhança ao relato, afinal, trata-se de uma não-quadrinhista produzindo uma história como ferramenta de escape – e, no ato de escrita ainda subrepticiamente – como uma tentativa de se comunicar com o mundo. Em contraste com a ‘pobreza’ dos desenhos está uma excelente narrativa, domínio de ritmo e de dramaticidade, fazendo com que, juntamente com a personagem, o leitor se emaranhe na espiral de desenganos alimentados pela própria Roz. Antes mesmo de atingir metade do livro a sensação preponderante é a de que Penfold não terá outra escapatória para seus problemas com o marido senão a morte – é então quando ela começa a desenhar e frequentar um psiquiatra.

Rosalind Penfold
Rosalind Penfold

É através da psiquiatria que se instaura um ponto polêmico: o médico compara a situação de Roz ao de um animal testado pelo médico Pavlov, que enunciou uma teoria, hoje clássica, sobrecomportamento condicionado. Em resumo, o médico de Roz crê que ela está tendo um comportamento obsessivo em relação ao marido, viciada no próprio medo/amor que criou, quando em verdade ela poderia denunciá-lo e cair na real de que ele sentia qualquer coisa por ela, menos amor. É um ponto complicado porque desloca a culpa do prolongamento dos maus tratos, tradicionalmente atribuída ao homem conformado pelo patriarcado, para a mulher que aceita a condição de exploração. Discutir se há mulheres viciadas em amores violentos é importante, mas deve-se ter cuidado, uma vez que historicamente a patologização do comportamento feminino se demonstrou extremamente preconceituosa e irracional – não se pode esquecer que vivemos em uma cultura machista*.

Como o machismo fez Roz desaparecer completamente
Como o machismo fez Roz desaparecer completamente

Indo pelo outro caminho, o da publicidade da condição de rebaixamento perante o homem, é aí que a HQ demonstra seu valor social. Ao perceber que somente revelando ao maior número de pessoas que convivia com um monstro que Roz conseguiu se livrar do marido, sem medo de ser atacada por ele – embora tenha recebido proteção policial. A assunção do fato de ter se submetido ao marido é mostrado de maneira bastante interessante: a personagem vai listando pequenos atos de “romantismo” e de desprezo dele e se convencendo da real intenção de cada um deles. Ao fim da HQ temos a impressão de haver atravessado um calabouço sem portas ou janelas e conseguido fugir do inescapável. Junto a Roz damos um merecido – e inefável – suspiro.

Por fim, é interessante lembrar que o feminismo tem mais força quando articulado em primeira pessoa, portanto a autobiografia é uma arma genuína do feminismo. Mesmo sem levantar a bandeira do movimento, Roz dá um passo em prol da luta feminista.

O site

Após publicação do livro Rosalind Penfold criou o site http://www.friends-of-rosalind.com/com links pra críticas do seu livro em todo o mundo, sites de ONGs e associações de mulheres, além da interessantíssima seção “Learn the warning signs of abuse” com avisos ilustradas para que uma mulher saiba como descobrir que está se envolvendo com o cara errado. As ilustrações seguem reproduzidas abaixo.

If he tries to go too fast, too soon,  this spells DANGER

If he demands that you give
up your dreams,
this spells
DANGER

If he insists that his plans
are more important than yours,
this spells DANGER

If he uses derogatory language
towards your family & friends,
this spells DANGER

If he is inconsiderate, disrespect-
ful, or puts you down in public,
this spells DANGER

If he blames you for what has
happened and minimizes his abuse,
this spells DANGER

Your better question is, “What is he doing wrong?”

Para acessar mais avisos: http://www.dragonslippers.com/warning_signs.pdf

P.S.: Peço licença pra uma dose de pessoalidade no texto. Me deixa indignado o fato de não se ter feito um trabalho melhor de divulgação deste livro, uma vez que o relato nele contido possui a força para encorajar uma mulher a expor as agruras vividas num relacionamento machista. Penfold é reconhecida internacionalmente – apesar de aparecer pouco em público e possuir apenas uma foto, de costas, circulando em páginas de Internet. Há quatro anos, quando comprei o livro como presente para uma ex-namorada, não havia quase nenhuma informação sobre ele e não era o tipo de HQ que o público de quadrinhos procurava. Escolhi por se tratar de um tema feminino (lembrando que era um presente) e porque em algumas das ocasiões do namoro eu me questionava sobre a possibilidade de assumir posições machistas sem perceber. Ao terminar a leitura senti que o livro é uma excelente ferramenta de conscientização, tanto para homens e principalmente quanto às mulheres, acerca dos males do machismo que oprime os gêneros.


Seja o patrocinador da revista Área 71

27/09/2009

Em abril de 2009, vários artistas de quadrinhos baianos começaram a se reunir com o objetivo de publicar histórias em quadrinhos. Em pouco tempo reuniram histórias para montar uma revista mix, ou seja, com conteúdo diversificado. Assim, poderiam atingir um público maior e incluir diversas expressões artísticas de autores diferentes, novatos ou já veteranos. Dessa maneira, nasceu a revista Área 71, que está pronta e só precisa do seu apoio para ir para o papel!

Objetivos da publicação

– Divulgar a produção recente de 13 artistas baianos e preparar terreno para novas publicações e artistas gráficos da Bahia.

– Formar público leitor de histórias em quadrinhos.

– Inserir os autores baianos no cada vez mais crescente mercado de quadrinhos independentes, representado principalmente pelo coletivo nacional de quadrinhistas, o Quarto Mundo, ao qual a Área 71 estará vinculado.

– Dar visibilidade aos profissionais da nona arte, de modo a constituir um campo sólido de trabalho que possibilitará novas iniciativas, relacionadas não só à ficção, mas à publicidade, educação, dentre outras áreas.

– Distribuição da revista em bancas de Salvador e de outras regiões do país através do sistema de distribuição do Quarto Mundo.

Público-alvo da publicação

– Jovens dos 16 aos 29 anos e adultos em geral.

Características da publicação

– 36 páginas, sendo 4 páginas coloridas para capa e contracapa. Capa em papel couché e miolo em papel off-set 75 g/m²

– Tiragem inicial: 500 exemplares

– Nove histórias fechadas, que variam de 1 a 5 páginas.

Resumo das histórias

1 – Instintos Cruzados (Valmar Oliveira e Haeckel Almeida)

Existe utilidade para um policial comum em um mundo povoado por seres sobrenaturais?

Instintos+Cruzados01

2 – Queima de Arquivo (V.B. Felipe e Rodrigo Vinicius)

Contratado por um criminoso que foi preso injustamente, Romero parte atrás de um assassino da classe trabalhadora que ele mais respeita: a das prostitutas.

Romero+Test

3 – Eulália (Hector Salas e Ricardo Cidade)

Às vezes uma simples noite de sono pode se tornar num pesadelo infernal… e cômico!

eulalia1

4 – Vingança – A Nova Lei (Fabrício Campos)

Quando os noticiários de violência não cessam de preencher a maior parte dos telejornais, alguém precisa ir à rua conter o que a Lei não consegue.

P-02

5 – Patrícia Carla em: os 300 Espertos (André Leal)

Uma simples maratona pode se transformar numa batalha de espertanos se uma das corredores for a estonteante Patrícia Carla.

patriciacarla_hq_01low

6 – O chamado do dever (Ulisses Almeida)

Você é um jovem cheio de vida, descobrindo novas sensações e enfrentando responsabilidades da vida adulta quando, repentinamente, estoura uma guerra que leva seus sonhos embora.

7 – Astro (Hector Salas)

Vida inteligente fora da Terra?

astro

8 – Uma História de muitas cidades? (André Leal e Marcelo Lima)

Se as cidades modernas possuem gêneses conhecidas, impresíveis são as possibilidades para suas eclosões.

historiademuitascidades1high-1

9 – Turma do Xaxado (Cedraz)

O bom-humor da famosa tira Turma do Xaxado.

TIRA 3008

TIRA 3044

Cotas de publicidade:

Estamos vendendo três espaços de publicidade numa página colorida (terceira capa) por R$300,00 cada e mais três espaços em preto-e-branco nas páginas internas, por R$200,00.


Tarde em Quadrinhos com Aleco e Betonnasi

20/09/2009

cartaz_quadrinhos_virtual.jpg


Tarde em Quadrinhos

Acontece na sexta-feira, dia 25 de setembro, das 14 às 18 horas, uma conferência sobre Quadrinhos, Mangá e Humor Gráfico com Aleco e André Betonnasi. Aleco é formado em Desenho e Plástica (licenciatura) pela Escola de Belas Artes da UFBA, já foi selecionado em diversos salões de humor no país e no exterior e ilustrou vários periódicos como o Jornal Tribuna da Bahia, os jornais laboratórios da Facom-UFBA e da FIB e a Revista Lupa. Já Betonnasi é doutorando em Comunicação e Cultura Contemporânea pela UFBA, membro pesquisador do GRAFO – Grupo de Análise em Fotografia, tem experiência de pesquisa em histórias em quadrinhos, narrativas visuais (fotografia e quadrinhos), texto/imagem, mangá, tipicidade do herói e mito.

As inscrições podem ser feitas através do e-mail tardeemquadrinhos@gmail.com (enviando nome completo, RG e curso) ou presencialmente, no caso de sobra de vagas.

O evento será dividido em dois momentos, um primeiro com Aleco sobre Humor Gráfico, especialmente em periódicos, e um segundo com André Betonnasi sobre Mangá, tema de seu doutoramento. Ao final, haverá ainda espaço para perguntas.

Trata-se, também, de um aperitivo pré-lançamento do número 7 da Revista Fraude, que mais uma vez trará uma história em quadrinhos na editoria Imaginando. Tanto a Fraude quanto o Tarde em Quadrinhos são trazidos a você pelo grupo PET da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (PETCOM-UFBA).

O quê: Conferência sobre Quadrinhos e Humor Gráfico

Quando: 25/09 (sexta-feira), das 14 às 18h.

Onde: Auditório da Facom – UFBA

cartaz_quadrinhos_virtual.jpg


Tarde em Quadrinhos

Acontece na sexta-feira, dia 25 de setembro, das 14 às 18 horas, uma conferência sobre Quadrinhos, Mangá e Humor Gráfico com Aleco e André Betonnasi. Aleco é formado em Desenho e Plástica (licenciatura) pela Escola de Belas Artes da UFBA, já foi selecionado em diversos salões de humor no país e no exterior e ilustrou vários periódicos como o Jornal Tribuna da Bahia, os jornais laboratórios da Facom-UFBA e da FIB e a Revista Lupa. Já Betonnasi é doutorando em Comunicação e Cultura Contemporânea pela UFBA, membro pesquisador do GRAFO – Grupo de Análise em Fotografia, tem experiência de pesquisa em histórias em quadrinhos, narrativas visuais (fotografia e quadrinhos), texto/imagem, mangá, tipicidade do herói e mito.

As inscrições podem ser feitas através do e-mail tardeemquadrinhos@gmail.com (enviando nome completo, RG e curso) ou presencialmente, no caso de sobra de vagas.

O evento será dividido em dois momentos, um primeiro com Aleco sobre Humor Gráfico, especialmente em periódicos, e um segundo com André Betonnasi sobre Mangá, tema de seu doutoramento. Ao final, haverá ainda espaço para perguntas.

Trata-se, também, de um aperitivo pré-lançamento do número 7 da Revista Fraude, que mais uma vez trará uma história em quadrinhos na editoria Imaginando. Tanto a Fraude quanto o Tarde em Quadrinhos são trazidos a você pelo grupo PET da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (PETCOM-UFBA).

O quê: Conferência sobre Quadrinhos e Humor Gráfico

Quando: 25/09 (sexta-feira), das 14 às 18h.

Onde: Auditório da Facom – UFBA


O Roteirizando HQ está de volta!

18/09/2009

Estou retornando às postagens do blog a partir de hoje. Passei algum tempo produzindo material referente a HQs (tanto roteiros, quanto pesquisa acadêmica e coordenação de eventos), discutindo com profissionais da área (nem sempre de maneira pacífica) e me reunindo com o pessoal da HQ Independente Bahia. Estou cheio de novidades para ir postando por aqui.

A partir de domingo volto a colocar as críticas a HQs, dessa vez incluindo produções baianas. As críticas da Turma da Mônica Jovem serão disponibilizadas numa página diferente, pois não darei prosseguimento a elas. Também postarei os artigos acadêmicos produzidos nesse ínterim: um sobre a personagem Wanda, do Sandman, e outro sobre Katchoo e Francine, de Estranhos no Paraíso.

Bem, por fim, trago uma boa notícia.

Lá pelos primeiros posts desse blog eu profetizei um 2009 como o ano dos quadrinhos para mim. Foi um auspício certeiro. Uma das principais ideias surgidas em janeiro, a saber a HQ do vampiro Kuei, logo se converterá em álbum impresso para bancas e livrarias. A partir de domingo, trarei mais detalhes acerca desse assunto.

Abraços a todos os leitores deste blog.


Seja o Patrocinador do projeto “Elegia”

28/08/2009

projeto elegia

Conheça o projeto “Elegia” de criação de histórias em quadrinhos educativos e lúdicos para jovens acima dos 16 anos. O projeto foi aprovado pelo Pró-Cultura e agora necessita de seu apoio para se tonar realidade.

Objetivos do projeto

– Finalizar e lançar 1000 exemplares da história em quadrinhos “Elegia”

– Divulgar o lançamento do projeto

– Estimular os jovens à leitura, através de uma narrativa ficcional com linguagem de quadrinhos, mas contendo informações didáticas a respeito de História, Geografia e outros temas

– Realizar um Workshop de novos quadrinhistas para quarenta pessoas

Justificativa

As Histórias em Quadrinhos sempre foram populares entre as crianças e são umas das responsáveis pelas suas primeiras experiências de leitura. No entanto, o momento crucial da atividade de leitura ocorre quando essas crianças se tornam jovens, adentram o Ensino Médio e precisam se preparar para uma futura vida acadêmica, a qual exigirá delas capacidade de interpretação, gosto por ler, aptidão para redação e criatividade. Pensando nesse público que a Revista em Quadrinhos “Elegia” foi desenvolvida.

Elegia é um gênero poético caracterizado pelas lamentações ou homenagens a um ente querido ou uma figura pública. Na revista, serão narradas as aventuras de Kuei, um vampiro de Arcádia (um país imaginário, terra das fadas e da poesia), que vem à Terra num futuro onde os meios de comunicação desapareceram quase que por completo. Em nosso planeta ele atua como um pesquisador da cultura vampírica terráquea, utilizando seu dom de psicometria (“ler” os resíduos psíquicos de objetos) para descobrir antigas lendas de vampiros e o contexto histórico de produção de cada uma delas. Ou seja, uma homenagem a uma figura mitológica bastante trabalhada pela ficção.

O apelo ao símbolo dos vampiros, popular entre os jovens (vide sucesso recente do romance “Crepúsculo”), a Revista Elegia procurará incentivar a prática de leitura dos seus leitores, sempre fazendo ganchos entre ficção e realidade, trazendo conhecimentos sobre História, Geografia e Ciências Naturais mesclados à narrativa de ficção. Assim, espera-se preencher, ainda que parcialmente, a necessidade de consumo de literatura ficcional, visto que esse tipo de leitura é a que mais fomenta a criatividade e a vontade de saber.

A revista terá  44 páginas, 36 com a narrativa e oito páginas para capa, contra-capa e os extras de cada edição. Nos extras serão inseridos detalhes históricos como mini-biografias dos personagens históricos e mitológicos, textos sobre a política e a economia da época abordada na revista e referências bibliográficas para estimular a pesquisa por parte dos jovens leitores.

A realização do projeto será importante pelo viés profissionalizante, uma vez que apresentará seus criadores, o roteirista Marcelo Lima e o desenhista Joel Santos, na edição de um material de conteúdo profissional; e também porque será realizado um Workshop de Histórias em Quadrinhos para 40 alunos, com técnicas de narrativa, de pesquisa para criação de roteiro e sugestões de possíveis usos das HQs (ficção, publicidade e nas salas de aulas).

De um modo geral, o projeto atenderá às demandas de formação de novos leitores e fortalecerá e divulgará a nona arte baiana. Mais especificamente, o projeto irá beneficiar os jovens feirenses, que poderão adquirir as revistas no lançamento e com os autores, e aos artistas amadores e profissionais da cidade que poderão se inscrever no Workshop de Histórias em Quadrinhos.

Nos quadros do meio, Vlad Tepes, à esquerda, Elizabeth Báthory, à direita. Figuras históricas importantes na trama.

Nos quadros do meio, Vlad Tepes, à esquerda, Elizabeth Báthory, à direita. Figuras históricas importantes na trama.

Contrapartidas e vantagens para a sua empresa

– Retorno de imagem da marca da empresa, que será associada a iniciativas educacionais, culturais e cidadãs, em parceria com a prefeitura de Feira de Santana.

– Associação da imagem da empresa à uma iniciativa ecologicamente correta, uma vez que os exemplares da revista serão impressos em material reciclado.

– Divulgação em blogs, sites, cartazes, folders, banners, jornais televisivos, impressoes e radiofônicos, nas revistas do projeto e por citação verbal no lançamento e no workshop.

– Como a verba do patrocínio é advinda da renúncia fiscal de até 20% do valor de ISS e IPTU, a empresa não gasta nenhum centavo a mais do que o que normalmente declara anualmente. Pelo contrário, faz esse valor se transformar em ação cultural e publicidade.

– Reserva de uma quantidade de revistas e de vagas do Workshop para os funcionários e dirigentes da empresa. A parcela das revistas será negociada pessoalmente.

– Segurança de estar investindo em um projeto reconhecido por um Conselho formado pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Feira de Santana.

Página da HQ. Nos dois quadros superiores, o humano Mercúrio à esquerda e o vampiro Kuei à direita.

Página da HQ. Nos dois quadros superiores, o humano Mercúrio à esquerda e o vampiro Kuei à direita.

Sobre os autores

Marcelo Lima

É estudante de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia e roteirista de Quadrinhos. Vencedor do prêmio Intercom Regional na Categoria História em Quadrinhos de 2009, publica a Revista Fraude através de recursos do MEC para o Programa de Educação Tutorial. Já expôs HQs no Piauí e pesquisa cultura e sexualidade há dois anos no Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT). http://www.petcom.ufba.br/perfis/marcelo.html

Joel Santos

Ilustrador profissional associado à ABIPRO (Associação Brasileira de Ilustradores Profissionais). Já trabalhou com o personagem Xaxado, nos Estúdios Cedraz, e atualmente ministra aulas de desenho de mangá. http://www.joe-santos.blogspot.com/

Contatos

marcelocaterpillar@gmail.com

71 8870 2445

75 3625 6216

71 3237 2443